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Ah!
Essa saudade que invade a alma,
Fonte de inspiração;
Fruto de amor ausente.
Sou
poeta! Poeta do mar,
Poeta do amar;
A distancia rima com ânsia;
De ter, de saber, de vê.
Ah!
Meu anjo menino,
Que faço com a emoção?
Que faço com esse coração?
E a paixão? Que faço?
Transforma-los-ei
em rimas,
Em tramas de um poema inacabado;
Transforma-los-ei em esperança;
Um dia serei criança a brincar em teus braços.
Nas
asas da imaginação, vôo ao teu encontro,
Abraço nuvens, beijo o mar;
Na mesma ânsia de te amar.
Márcia
Serafim
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