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Morgana. Esse era o seu nome. Conhecida em sua cidade como a
“prostituta do Diabo”. E quem disse que ela se importava? A
morena não pensava em outra coisa se não sair
em busca de prazer. O problema da luxúria, é quando
ela torna-se vício...
Naquela noite, ela passou dos limites: estava bêbada e
drogada. Caminhava sem rumo e sem noção da direção
que seguia. Era muito estranho como as ruas da cidade pareciam
sombrias à noite. “Talvez seja efeito das merdas que
fiz hoje”; ela pensava.
Cansada de tanto andar com aqueles saltos enormes, a morena
tateia a parede em busca de apoio. Como não encontra,
ela cai ali mesmo, totalmente tonta. Abre as pernas involuntariamente,
fazendo a minúscula saia de vinil preta diminuir mais
ainda de tamanho. Sem nenhuma intenção, porém,
ela parecia receptiva a qualquer maníaco que aparecesse.
Poderia ser qualquer maníaco. Até mesmo um velho
mais bêbado que ela. Infelizmente, ou felizmente, foi
justamente ele que apareceu.
A criatura caminhava em busca de alimento. Como costumam dizer,
os vampiros sentem cheiro de luxúria. E foi esse cheiro
misturado com álcool que atraiu o olhar do vampiro para
o outro lado da rua. Lá estava ela. Além de ser
muito bonita e estar indefesa, era seu tipo favorito de alimento:
uma humana.
Morgana nem sente a presença da criatura que acabara
de aproximar-se. Seria impossível qualquer ser em consciência
não reparar naquele homem alto de longos cabelos escuros,
e olhos verdes penetrantes. O que chamava mesmo a atenção,
era sua altura...É óbvio que a garota nunca iria
notar: estava quase em coma alcoólico.
Ele, o qual ninguém ousa dizer o nome quando é
revelado... ele estava ali. Em sua época de criação,
ele era mais temido que o próprio exército do
rei. Voltando ao presente, a garota nem mexia um músculo
sequer.
“Não está morta” – o vampiro pensa. – “Álcool...esse
odor afastaria qualquer um de minha espécie. Mas não
a mim. Apesar de minhas narinas serem sensíveis...ela
é minha.”
Ao dizer isso. Ele percebe que a garota levanta a cabeça
e diz, com uma voz tipicamente embriagada:
“Leve minhas coisas... mas preserve meu corpo,vai...”
O vampiro sorri perversamente. Abaixa-se e força a garota
a quase encara-lo.
“Não tens medo de vagar sozinha pelas ruas da cidade
nesse estado lamentável que te encontra?”
“Deixe-me em paz mendigo filho da puta...”
“Mendigo? – ele ri. “És muito pretensiosa. Sofrerás
as conseqüências.”
No mesmo instante, o vampiro levanta a garota bruscamente, forçando-a
a encostar-se na parede. Ele prensa seu corpo frágil,
e sussurra em seu ouvido:
“Estás embriagada. Mas não deixas de ser uma tentação
a meus olhos.” – e lambe o ouvido dela em seguida.
Morgana não entendia o que estava acontecendo, apenas
sentia-se exausta...entretanto, seus pêlos arrepiavam-se,e
ela não conseguia fugir.
A criatura lambia as orelhas da garota, descendo até
seus lábios. Beijava-a intensa e vorazmente, excitando-se
com isso. Ela excitava-se mais ainda.
As mãos ávidas da criatura desciam pelos seios
fartos de Morgana, apalpando-os, examinando cada parte de sua
presa.
A garota não sabia definir o que estava acontecendo.
Totalmente sob o efeito do álcool e das drogas, ela estava
entregue às vontades do vampiro.
Quando parou as carícias, ele rasgou com as suas garras,
a saia dela. Ficou surpreso ao ver a cor da calcinha dela: vermelho-sangue,
sua cor favorita.
“Ora, ora...sabias que eu viria?” – ele dizia.
Então, suas mãos desceram. Enquanto uma segurava
uma das pernas dela, a outra tirava-lhe a calcinha. Pronto,
a garota estava no ponto: o vampiro pôde perceber isso
ao tocar o sexo dela, que estava tão molhado que seus
dois dedos grossos entravam facilmente em sua carne.
“Aaaah, seu mendigo filho da puta” – ela gemia e xingava-o.
Àquela altura, ele nem ligava sobre como era chamado,
afinal, estava tão excitado quanto ela. A garota puxava-o
de encontro aos seus lábios, buscando sentir aquela língua
gelada invadindo a sua boca, enquanto a criatura invadia o sexo
de Morgana com seus dedos.
“Meretriz...” – ele murmurava em meio aos seus gemidos.
O pescoço dela parecia tão suculento, tão
convidativo...mas não era daí que ele pretendia
sugar seu sangue...
A garota quase escorrega ao sentir uma de suas pernas sendo
levantada. Era agora que ela sentiria a fúria do demônio
que violava-lhe o corpo.
Tão rapidamente, ele abre sua calça e coloca seu
sexo para fora. Logo, começa seus movimentos de vai-e-vem,
penetrando-a sem dó algum.
“Isso, machuque-me! Estupre-me!” – ela pedia, insanamente.
O vampiro devia estar com sorte ou azar. Adorava mulheres que
gostavam de ser dominadas...mas quando era uma presa sua, ele
preferia machucar não por prazer. Apesar disso, ele obedecia.
Penetrava tão fundo que, se estivesse tocando seu útero,
ele não acharia estranho.
Morgana nunca havia gemido tanto. Pena que não lembrar-se-ia
disso no dia seguinte...
A criatura ia lambendo aquele pescoço, mordendo, deixando
marcas. Sentia que estava chegando ao ápice de seu prazer.
Subitamente, ele pára seus movimentos. E com tamanha
violência, ele puxa a garota para baixo, forçando-a
a ajoelhar-se.
“Sugue. Faça-me gozar em tua boca...meretriz.”
A garota obedece, e começa a sugar o sexo dele como uma
abelha procura o mel. Fazia isso com tanta força que
chegava a causar espasmos nos músculos sem vida do vampiro.
Ele urrava de prazer, principalmente quando ela apalpava mais
embaixo, e alternava entre lambidas e chupadas. Não demora
muito para ele gozar, e o faz no rosto de Morgana, que buscava
lamber todo aquele líquido infértil.
Ela estava exausta, mas ainda não tinha terminado...o
vampiro empurra seu corpo, forçando-a a deitar-se naquela
calçada gelada. Logo, começa a lamber seu sexo
loucamente, arranhando suas coxas.
“Aaaah seu insaciável!” –ela retrucava.
Ele sentia o gosto do líquido que escorria entre as pernas
dela. Adorava aquilo. E quando percebeu que ela chegaria ao
êxtase mor, ele morde fundo seu sexo, e começa
a chupar todo aquele sangue, misturado com aquele líquido
viscoso. Morgana grita de prazer e dor...seu último grito.
Após satisfazer sua sede, ele percebe que ela estava
morta.
“Pobrezinha...uma meretriz tão hábil para o que
fazia...” – ele diz, beijando levemente os lábios do
cadáver.
Ele se recompõe, e some, entre a neblina que começava
a surgir.
No dia seguinte, a polícia, que fora acionada por um
mendigo que havia encontrado o corpo da garota, aparece no local.
“Aonde está o corpo da moça?” – perguntava um
dos policiais,o chefe daquela patrulha.
“Ali, chefe! Ali!” – apontava o mendigo.
“E como ela é?” – o policial.
“Morena...um corpo bonito...está morta...mas não
há sangue!” – ele dizia.
Outro policial, após ir ao local aonde estava o corpo,
volta e diz desanimado:
“Chefe, acho que esse mendigo está bêbado. Não
há nenhum corpo ali.”
“Como não? Eu acabei de ver! Eu juro! Por Deus, ele estava
ali há 10 minutos!” – gritava o mendigo, enquanto colocava
as mãos em sua cabeça, aflito.
“Acalme-se senhor...parece que você teve uma alucinação!”
–o policial dizia.
“Vamos leva-lo conosco...quem sabe ele resolve alguma coisa
na prisão?” – o chefe respondia.
Então, o mendigo é levado para a delegacia...enquanto
o corpo de Morgana havia desaparecido.
Kitty
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