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Por
eu estar na luz a escuridão me acalma
A incompreensão do incompreensível
Vivendo pelo ideal da alma
Transmutando-me para o mundo inatingível
A
dor sentida do lema
Na hora de compor esse poema
E o cérebro tão confuso
Roda como um parafuso
Sempre
dando voltas e parando no final.
Ronaldo
Natalino de Barros
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