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Do
Âmago
Incerteza infinita!
Donde virás formosa ninfa?
Do vácuo talvez?
Da magia onipotente?
Incerteza infinita!
Que nostalgia trágica
Que alegoria falsa
Mas que fonte inesgotável de sentimentos!
Incerto como as ondas do mar
Que vão... Que voltam...
Como um ímpeto violento!
Como a calmaria nos rochedos
Não importa a dor que bate à porta
E sim o louco fascínio de seu âmago
A fortaleza onipotente!
A dor é insolente!
Donde estás alma gêmea?
Que minha alma tanto anseia
Que meu corpo de orgias clama
Donde estás, entidade inalcançável!
Que fazes de meu amor inabalável
Que fortalece esta busca incessante!
E que pôr momentos esmorece esta busca massacrante!
Mas as flores fenecem!
O Sol adormece!
A lua perece!
Mas os sonhos utópicos firmam-se eternamente!
Wilker
Fernandes Pereira
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