Efêmero

O olhar
Que conduz
Adiante
Talvez
Olhar sincrônico
Distante

O afagar
Dum beijo
Que espera
A vibração
Dum amor
Latente
De um homem

Tal homem
Sem mérito
No pensar
Diacrônico
Sem pretérito
Talvez não obstante
Vago, notória intenção
Que envolve o instante
Eterno do amor que nasce efêmero.

Ivan Reis

principal poesia prosa links contato