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Jornal
Nacional
Nas ruas onde vemos o sol nascendo triste atrás das casas, enquanto bêbados e crianças despertam o amanhecer. No role do busão lotado por trabalhadores sempre cansados vemos ruas sujas e muros pichados por jovens que sonham, com um novo despertar de uma nova comunicação vomitadas por latas e espreis sobre os muros altos das aldeias globais. Até onde for o sonho, lá eu estarei e vou pichar o seu nome na terra dos sonhos para caso nunca acorde, lembre sempre que eu amo você. E jovens adoecem com a noite da educação, seus sonhos mortos em telas de vidro do aparelho em liquidação. O amor passa, o Ódio passa onde a rua passa. Tudo passa, mas a arte fica mantendo o sonho aceso para futuras gerações passarem.
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