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O
cheiro é artificial,
Ao mesmo tempo em que se liberta
Já está se condenando
Saindo das sombras e enxergando a Luz
Um mundo sem volta
Encontrei a cura , bebendo da Água pura
Mas, às vezes não queria ter descoberto a fonte
O
triste sentimento, por um mundo sem segmento
Corações vazios, preenchidos pelo consumismo
Percebendo tudo isso, que paira desde os primórdios
Não estão preparados para saírem da caverna
E verem brilhar um sol que está esquecido
E apagado dentro da alma do homem
Tentando
adiar o apocalipse, vamos vivendo
Sonhando desacreditado que um dia tudo passe
E com isso vamos seguindo, dando risada.
Ronaldo
Natalino de Barros
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