O Jardim da Minha Casa


Portas abertas
Fronteiras violadas
Nossa casa é hospitaleira
Mas... a onde vamos chegar?

O que mais arde os olhos da consciência
É a pira desolímpica
A cruel labareda dos sacrifícios
E a imprevidência humana.

Meu Deus!
A fauna?
E a flora?
O futuro partido... ou o verde sem partido

Acordemos! Antes que tarde
Protejamos o nosso jardim!
Se fraquejarmos...
Nunca mais!
O futuro? Adeus, pertences!
Adeus, símbolos nacionais...

                         

Joaquim Barros da Luz

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