|
Das
dores do poeta
Faz-se o presente passado
Pulsando na veia profeta
Um futuro inesperado
Predizer
o que sente
Descrever o que sentia
Para si o tolo mente
Redescobre o que escondia
Porém
um coração ardente
Tudo há de suportar,
Para que se faça presente
Um futuro que não virá
Insolente
coração
Praguejando ao infinito,
Sua pobre concepção
Só toca o que é bonito
Sem
razão para sorrir
Sorri cordialmente
Sem ela para existir
Existe simplesmente
Pela
bela morreu
Alma displicente
Pelo amor surgiu
Felicidade finalmente
Dayspring
|